O título não é apenas inspirado numa letra de música do Kid Abelha, é inspirado na realidade minha, talvez sua, e de tantas outras mães.
Achamos que nascemos prontas para ser mãe, que, de vermos a forma como uma irmã ou vizinha criou o filho, sabemos exatamente como vai ser o nosso, e que teremos o domínio total da situação. Só que não! Ser mãe é pegar todos os discursos que um dia se fizeram, amassar e colocar no bolso. Ser mãe é experimentar, inventar... Não tem receita pronta.
A gente pode nascer com o corpo pronto para ser mãe, mas o emocional fica totalmente abalado. Seu corpo pode passar ileso por uma gestação, mas o seu espírito não!
Isso porque um bebê vai mudar toda a sua rotina. Muda a rotina da sua casa, do casal, do filho... Primeiro porque você viverá uma espécie de cárcere privado (risos), e mesmo que decida passear, saiba que todos os seus amigos continuam a vida normalmente: trabalhando, estudando, correndo... Só você ganha a licença.
Claro que a mamãe está feliz com a chegada do filho, claro que ela passa horas babando o seu bebê. Mas só quem é mãe sabe o quanto dez minutos de choro consecutivos são capazes de destruir todos os músculos do corpo. Imagine o desastre físico e emocional que uma tarde (ou noite) inteira de choro causa na mamãe?! Ao mesmo tempo em que tudo que você mais deseja é estar agarrada em seu bebê, começa a sentir vontade de estar em qualquer outro lugar que lhe proporcione minutos de paz (e se culpa por isto).
Aí você começa a notar que seu cabelo está caindo em mechas, sua pele descamando e faz três dias que não consegue ir ao banheiro decentemente. Só uma mãe de bebê sabe a felicidade que é arrumar tempo para pintar as unhas, ou ao menos fazer uma refeição sem interrupções.
Sem falar nas vezes em que se pega embalando-se ao segurar até copo de água. E os banhos que toma ouvindo o chorinho do bebê, que na verdade dorme em sono profundo.
Mas, mamãe, não chore! Por mais angustiante que seja a sensação de impotência ao não ser capaz de acalmá-lo, saiba que esse momento vai passar e você vai sentir muita saudade. Eu que enfrento o segundo bebê alérgico a leite posso lhe garantir, o choro e os olhares jamais esquecerá, mas a conexão que você estabelece com seu filho nesse momento, assim como todo o repertório de canções de ninar, deixarão saudade para sempre.
Achamos que nascemos prontas para ser mãe, que, de vermos a forma como uma irmã ou vizinha criou o filho, sabemos exatamente como vai ser o nosso, e que teremos o domínio total da situação. Só que não! Ser mãe é pegar todos os discursos que um dia se fizeram, amassar e colocar no bolso. Ser mãe é experimentar, inventar... Não tem receita pronta.
A gente pode nascer com o corpo pronto para ser mãe, mas o emocional fica totalmente abalado. Seu corpo pode passar ileso por uma gestação, mas o seu espírito não!
Isso porque um bebê vai mudar toda a sua rotina. Muda a rotina da sua casa, do casal, do filho... Primeiro porque você viverá uma espécie de cárcere privado (risos), e mesmo que decida passear, saiba que todos os seus amigos continuam a vida normalmente: trabalhando, estudando, correndo... Só você ganha a licença.
Claro que a mamãe está feliz com a chegada do filho, claro que ela passa horas babando o seu bebê. Mas só quem é mãe sabe o quanto dez minutos de choro consecutivos são capazes de destruir todos os músculos do corpo. Imagine o desastre físico e emocional que uma tarde (ou noite) inteira de choro causa na mamãe?! Ao mesmo tempo em que tudo que você mais deseja é estar agarrada em seu bebê, começa a sentir vontade de estar em qualquer outro lugar que lhe proporcione minutos de paz (e se culpa por isto).
Aí você começa a notar que seu cabelo está caindo em mechas, sua pele descamando e faz três dias que não consegue ir ao banheiro decentemente. Só uma mãe de bebê sabe a felicidade que é arrumar tempo para pintar as unhas, ou ao menos fazer uma refeição sem interrupções.
Sem falar nas vezes em que se pega embalando-se ao segurar até copo de água. E os banhos que toma ouvindo o chorinho do bebê, que na verdade dorme em sono profundo.
Mas, mamãe, não chore! Por mais angustiante que seja a sensação de impotência ao não ser capaz de acalmá-lo, saiba que esse momento vai passar e você vai sentir muita saudade. Eu que enfrento o segundo bebê alérgico a leite posso lhe garantir, o choro e os olhares jamais esquecerá, mas a conexão que você estabelece com seu filho nesse momento, assim como todo o repertório de canções de ninar, deixarão saudade para sempre.
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